Ahhh, o natal está próximo! E todo aquele altruísmo e cordialidade também... a época onde até as rivalidades com os vizinhos ficam de lado, época de viagens que não cabem no orçamento e claro, época de presentear!
Mas afinal, por que oferecemos presentes? Talvez para criar uma satisfação sem igual no presenteado, para fazê-lo feliz ao extremo! (óbvio demais).
Talvez, vamos um pouco mais devagar...
Por exemplo, é bem possível que a troca que ocorre no natal seja como um gigantesco “potlatch”, uma maneira efusiva de literalmente torrarmos os recursos que acumulamos durante o ano ( dinheiro, bens e até tempo) , com o intuito único de manifestarmos nossa riqueza (pequena ou grande) aos outros, ao céu e até à nós mesmos.
Não generalizo, mas a minha maneira de ver, presenteamos nossos amigos, parentes e até inimigos por razões que,acreditem, pouco tem a ver com a intenção de fazer o outro verdadeiramente feliz. Existem os presentes pedagógicos e os paternalistas... ou seja, para aquele sobrinho que não é muito chegado a uma leitura, dá-se um vale-livros e para o maridão que mais se assemelha a um hipopótamo, uma camiseta tamanho “P”. Assim como há também, os presentes que só vem com um intuito: Intimidação. “Este aqui meu querido(a), você nunca poderá/conseguirá retribuir”.
Mas tem o reverso da medalha...
Por um acaso, qualquer presenteado saberia escolher seu próprio presente, caso lhe concedessem essa chance, por mais generoso e bem intencionado que seja seu presenteador? (Na sinceridade!!). Basta fazer um exame de consciência, e posterior, no seu armário ou estante, e olhar o tanto de trapos e quinquilharias que se encontram por lá! Isso só prova que nossas escolhas, muitas vezes são tão (ou mais) incertas do que as dos que tentam nos presentear.
Quer saber, hoje em dia, quando alguém que amo verdadeiramente me presenteia, não mais espero aquele objeto que cobiço a um bom tempo – óbvio, se vier, soltarei rojões! – mas, esse tipo de coisa, posso eu mesmo, ir lá e comprar, sozinho. De quem me ama, espero receber algo que, até então, e isso literalmente, eu não sabia que precisava até então.
O presente autêntico (verdadeiro) no fim das contas, é aquele que me revela meu próprio desejo.
Mas afinal, por que oferecemos presentes? Talvez para criar uma satisfação sem igual no presenteado, para fazê-lo feliz ao extremo! (óbvio demais).
Talvez, vamos um pouco mais devagar...
Por exemplo, é bem possível que a troca que ocorre no natal seja como um gigantesco “potlatch”, uma maneira efusiva de literalmente torrarmos os recursos que acumulamos durante o ano ( dinheiro, bens e até tempo) , com o intuito único de manifestarmos nossa riqueza (pequena ou grande) aos outros, ao céu e até à nós mesmos.
Não generalizo, mas a minha maneira de ver, presenteamos nossos amigos, parentes e até inimigos por razões que,acreditem, pouco tem a ver com a intenção de fazer o outro verdadeiramente feliz. Existem os presentes pedagógicos e os paternalistas... ou seja, para aquele sobrinho que não é muito chegado a uma leitura, dá-se um vale-livros e para o maridão que mais se assemelha a um hipopótamo, uma camiseta tamanho “P”. Assim como há também, os presentes que só vem com um intuito: Intimidação. “Este aqui meu querido(a), você nunca poderá/conseguirá retribuir”.
Mas tem o reverso da medalha...
Por um acaso, qualquer presenteado saberia escolher seu próprio presente, caso lhe concedessem essa chance, por mais generoso e bem intencionado que seja seu presenteador? (Na sinceridade!!). Basta fazer um exame de consciência, e posterior, no seu armário ou estante, e olhar o tanto de trapos e quinquilharias que se encontram por lá! Isso só prova que nossas escolhas, muitas vezes são tão (ou mais) incertas do que as dos que tentam nos presentear.
Quer saber, hoje em dia, quando alguém que amo verdadeiramente me presenteia, não mais espero aquele objeto que cobiço a um bom tempo – óbvio, se vier, soltarei rojões! – mas, esse tipo de coisa, posso eu mesmo, ir lá e comprar, sozinho. De quem me ama, espero receber algo que, até então, e isso literalmente, eu não sabia que precisava até então.
O presente autêntico (verdadeiro) no fim das contas, é aquele que me revela meu próprio desejo.
Guttwein, T.




