Conta-se nos dedos de apenas uma mão e olha lá. Pelo menos é essa minha visão... Você conhece alguém verdadeiramente feliz? E claro, aqueles que têm plena condição para tal, sempre arrumam algum entrave para complicar seu cotidiano.
Sogras e noras por exemplo, típico exemplo de ódio fútil e desnecessário. Irmãs que adorariam ver as cunhadas pelas costas e vice-versa. Erga as mãos para Odin se na sua família nunca existiu alguém que se engraçou com quem não devia. É raro, infelizmente, ter uma vida familiar nitidamente satisfatória. As relações entre parentes, ou entre aqueles que pretendem ingressar nela costumam ser explosivas, para dizer o mínimo. Pelo menos em algum momento da vida...
Mas não sejamos tão fatalistas. Vamos analisar outras situações...vai que melhora não é mesmo? Suponhamos que com a Família esteja tudo bem, migremos então para a vida profissonal. Você chegou ao ponto que queria, após alguns anos de batalha: estabilizado financeiramente, com crédito e credibilidade na praça. Maravilha! Mas e o lado sentimental? Oras, também vai muito bem, obrigado. A família aceitou a relação com ela(e) numa boa, os amigos mais ainda... mora(am) numa casa bacana, o carro esta pago e já pensa em trocar. E modéstia a parte, o visual não deixa a desejar. É praticamente um tesão se admirar no espelho. E claro, mulheres (ou homens) não faltam na sua farta horta.
Não seriam razões para estar pulando de alegria?. São, até demais eu diria. Porém, é hora de inventar algo, mas qualquer coisa mesmo para sofrer, e sofrer muito! Até porque, não há nada mais trash do que viver a simplória e nada almejada felicidade! ¬¬
Um recurso comum e quase um clichê? O medo.
- E se eu ficar doente? E se ela(e) me deixar? E se minha mãe morrer? E se eu perder o emprego por causa disso? E se cair um meteoro na minha casa ou uma enchente levar meu carrão? E se minha inteligência desaparecer? Droga, e se a inflação retornar e as prestações começarem a atrasar por causa disso? – e por ai vai...
Quem está por baixo, geralmente é mais feliz, pelo menos eu penso assim – tais pessoas não têm medo de nada e nunca acham que a vida vai piorar, muito pelo contrário. Batalham a sua maneira e não ligam para a opinião alheia.
Mas quem está com a vida ganha, vida boa, sempre acha uma maneira de fatalizar, dramatizar com tudo.
Para o bicho homem, não há nada mais monótono do que a felicidade... é preciso arranjar pelo menos um problema, um pequenininho que seja, para que a vida fique mais “interessante”, que saia da rotina... e isso é mais simples do que parece.
Basta pensar: e se a nossa felicidade acabar agora? Hoje? Amanhã?
Sogras e noras por exemplo, típico exemplo de ódio fútil e desnecessário. Irmãs que adorariam ver as cunhadas pelas costas e vice-versa. Erga as mãos para Odin se na sua família nunca existiu alguém que se engraçou com quem não devia. É raro, infelizmente, ter uma vida familiar nitidamente satisfatória. As relações entre parentes, ou entre aqueles que pretendem ingressar nela costumam ser explosivas, para dizer o mínimo. Pelo menos em algum momento da vida...
Mas não sejamos tão fatalistas. Vamos analisar outras situações...vai que melhora não é mesmo? Suponhamos que com a Família esteja tudo bem, migremos então para a vida profissonal. Você chegou ao ponto que queria, após alguns anos de batalha: estabilizado financeiramente, com crédito e credibilidade na praça. Maravilha! Mas e o lado sentimental? Oras, também vai muito bem, obrigado. A família aceitou a relação com ela(e) numa boa, os amigos mais ainda... mora(am) numa casa bacana, o carro esta pago e já pensa em trocar. E modéstia a parte, o visual não deixa a desejar. É praticamente um tesão se admirar no espelho. E claro, mulheres (ou homens) não faltam na sua farta horta.
Não seriam razões para estar pulando de alegria?. São, até demais eu diria. Porém, é hora de inventar algo, mas qualquer coisa mesmo para sofrer, e sofrer muito! Até porque, não há nada mais trash do que viver a simplória e nada almejada felicidade! ¬¬
Um recurso comum e quase um clichê? O medo.
- E se eu ficar doente? E se ela(e) me deixar? E se minha mãe morrer? E se eu perder o emprego por causa disso? E se cair um meteoro na minha casa ou uma enchente levar meu carrão? E se minha inteligência desaparecer? Droga, e se a inflação retornar e as prestações começarem a atrasar por causa disso? – e por ai vai...
Quem está por baixo, geralmente é mais feliz, pelo menos eu penso assim – tais pessoas não têm medo de nada e nunca acham que a vida vai piorar, muito pelo contrário. Batalham a sua maneira e não ligam para a opinião alheia.
Mas quem está com a vida ganha, vida boa, sempre acha uma maneira de fatalizar, dramatizar com tudo.
Para o bicho homem, não há nada mais monótono do que a felicidade... é preciso arranjar pelo menos um problema, um pequenininho que seja, para que a vida fique mais “interessante”, que saia da rotina... e isso é mais simples do que parece.
Basta pensar: e se a nossa felicidade acabar agora? Hoje? Amanhã?
Guttwein, T.




